Ontem se despediu das quadras tupiniquins nosso maior tenista de todos os tempos.
Gustavo Kuerten decidiu encerrar sua carreira esse ano e pretende fazê-lo disputando mais uma vez o torneio que o consagrou, Roland Garros.
Esse atleta estilo bicho-grilo ensinou o Brasil a gostar de tênis. Muitas pessoas hoje procuram as escolinhas de tênis e assistem aos jogos graças ao talento e o carisma desse Catarinense, torcedor do Avaí.
Guga entra para a galeria de grandes ícones do esporte nacional como Pelé, Ademar Ferreira da Silva, Maria Ester Bueno, Éder Joefre e Oscar Schimit.
Sei que estou mexendo em vespeiro ao não colocar Ayrton Senna nessa galeria, mas ao contrário dos citados anteriormente, Senna não foi pioneiro brasileiro em seu esporte, nem conquistou algo que nenhum outro havia conquistado antes, ele é um produto da nossa “querida” TV Globo. Se a F1 fosse transmitida pela Band, Senna seria um Tony Kanaan ou um Hélio Castro Neves. Além disso, em minha opinião, automobilismo nem é esporte. Se não tiver um bom carro não adianta nada um bom braço. Prova disso que tivemos verdadeiros barbeiros campeões mundiais de F1.
Voltando ao nosso querido Guga, símbolo de carisma, humildade e dedicação, nós brasileiros só temos a agradecer a esse grande ídolo que conquistou a todos e lamentar que as contusões em seu quadril abreviaram a carreira desse herói nacional.
E é assim...
Rafael Tricolaço
sexta-feira, 18 de abril de 2008
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